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PREVISÃO ATÉ 2037 /AMAZÔNIA
PREVISÃO ATÉ 2037 /AMAZÔNIA

APRESENTAÇÃO

 

  1. Benefícios para a população tradicional amazônica
  • Para que um Programa de redução do desmatamento seja bem sucedido, é necessário
  • se investir na melhoria da qualidade de vida de milhares de brasileiros que, pelo seu modo
  • de vida tradicional, vêm, há muito, contribuindo para a conservação da floresta amazônica. Para
  • tanto, considerando o cenário aqui assumido, a grande parte dos custos de um
  • programa REDD seriam relativos aos gastos com, um programa de compensação que teria como
  • beneficiários os povos da floresta.. Este montante será destinado a um Fundo para Povos, da Floresta que ira receber um valor equivalente.
  • Isso vai gerar condições de melhoria de vida para aproximadamente 150.000 famílias que vivem, em torno das , terras indígenas, reservas extrativistas e reservas de desenvolvimento sustentável.
  • Além do aporte, a famílias, outros US$ milhões apoiariam estas
  • famílias em outras atividades como, por exemplo, na, proteção do perímetro de suas terras, como fazemos hoje com algumas populações indígenas.
  • Essa compensação anual também poderia
  • capacitar um adicional de 50.000 famílias de pequenos produtores rurais ,com isso dando sustentabilidade  e sobrevivência das famílias na região amazônica, e contribuindo de forma racional o desenvolvimento familiar com harmonia, com a fauna e flora.
  • Haja vista que programas de educação ambiental, como outros similares, forneceria conhecimentos e condições da sua existência do homem na floresta amazônica, sem que haja o risco de degradação da fauna e flora. Esta é nossa meta, e anseio por realizar com plena harmonia, com os povos da floresta, fauna e flora.

 

 

 

Previsão Para (2037)

 

O desmatamento tropical lançou na atmosfera de 0,5 bilhões a 2,4 bilhões de toneladas de carbono por

ano durante a década 1990 . Isso representa de 7% a 28% das emissões anuais

mundiais produzidas pelo homem. Nos episódios de El Niño, quando secas severas atingem grandes trechos da Amazônia, do Sudeste da Ásia e de outras regiões tropicais, essas emissões tropicais chegam a dobrar devido a ocorrência de intensos incêndios florestais As emissões do desmatamento tropical podem, além disso, aumentar significativamente nas próximas décadas. O crescimento da demanda mundial por ração animal,  carne e biocombustíveis implicará em novas pressões sobre terras agricultáveis que ainda estão cobertas por florestas.

Caso prossigamos no mesmo ritmo de desmatamento das últimas décadas, estima-se que em 2030 cerca de 55% das florestas da Amazônia brasileira estarão desmatadas, exploradas para retirada de madeira ou degradadas por estiagens graves.

 (Soares-Filho et al. 2006, Nepstad et al. 2006c, Nepstad et al. 2008, Figura 1). O volume de carbono liberado para a atmosfera nesse período chegaria a 20 ±5 bilhões de toneladas de carbono.

A proposta para compensar países em desenvolvimento por Reduções de Emissões de gases de efeito estufa de Desmatamento e Degradação de Florestas (“REDD”) foi apresentada inicialmente na 9ª Conferência das Partes (COP 9) da UNFCCC ocorrida em Milão, em 2003, por um conjunto de entidades Tal proposta foi formalizada por Papua-Nova Guiné.Costa Rica e outras nações tropicais durante a COP 11, realizada em Montreal, em 2005.

Finalmente, durante a COP13 ocorrida em Bali, em dezembro de 2007, foi estabelecido um “Mapa do Caminho” (Bali Road Map), o qual inclui determinações para uma cordo sobre clima, pós 2012,

O Brasil endossou a idéia da redução compensada (remunerada) de emissões oriundas do desmatamento ao lançar uma proposta de incentivos positivos

durante a COP 12, realizada em Nairóbi (2006). Para tanto, um “fundo para florestas tropicais” seria criado e mantido por contribuições voluntárias dos países desenvolvidos. Atualmente hoje na (COP 16  Cancún no México )ficou estipulado a bolsa verde, na qual estabelece o fundo para florestas tropicais.

Os representantes dos mais de 190 Países reunidos ano passado no México onde foram discutidas as politicas climáticas, deixaram a conferencia do clima em Cancún (COP16) muito confiantes pois realizaram mais  do que era esperado.

Cabe mencionar que essas previsões não incluem os efeitos de mudança do clima, regional ou global, sobre o fluxo das emissões de carbono.

Embora as emissões de gases de efeito estufa oriundas do desmatamento tenham sido consideradas no Protocolo de Quioto.

existe atualmente um debate no âmbito da Convenção de Mudança Climática da ONU

(UNFCCC) sobre como tratá-las num regime pós-2012

 

A proposta para compensar países em desenvolvimento por Reduções de Emissões de gases de efeito estufa de Desmatamento e Degradação de Florestas (“REDD”) foi apresentada inicialmente na 9ª Conferência das Partes (COP 9) da UNFCCC ocorrida em Milão, em 2003, por um conjunto de entidades Tal proposta foi formalizada por Papua-Nova Guiné.

Costa Rica e outras nações tropicais durante a COP 11, realizada em Montreal, em 2005.

Finalmente, durante a COP13 ocorrida em Bali, em dezembro de

2007, foi estabelecido um “Mapa do Caminho” (Bali Road Map), o qual inclui determinações para um acordo sobre clima, pós 2012,

O Brasil endossou a idéia da redução compensada (remunerada) de emissões oriundas do desmatamento ao lançar uma proposta de incentivos positivos

durante a COP 12, realizada em Nairóbi (2006). Para tanto, um “fundo para florestas tropicais” seria criado e mantido por contribuições voluntárias dos países desenvolvidos. Atualmente hoje na (COP 16  Cancún no México )ficou estipulado a bolsa verde, na qual estabelece o fundo para florestas tropicais. Os representantes dos mais de 190 Países reunidos ano passado no México onde foram discutidas as politicas climáticas, deixaram a conferencia do clima em Cancún (COP16) muito confiantes pois realizaram mais  do que era esperado.

Paisagem da Amazônia Brasileira no ano de 2030. A área em verde indica o que restaria da floresta nativa.

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Valor líquido presente (de 2007 a 2037) da produção de soja sobre terras florestadas na Amazônia Brasileira

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Quase a metade (49%) são  representados por florestas públicas (reservas, terras indígenas, parques, reservas extrativistas ou florestas e produção). O fortalecimento de comunidades indígenas na conservação florestal é fundamental, porque elas são capazes de inibir o avanço do desmatamento com a mesma eficiência de reservas biológicas e parques nacionais Devem, assim, ser compensadas por esse serviço ambiental prestado. Cerca de 25% da floresta amazônica brasileira estão sob alguma forma de uso com alta importância social (terra indígena, reserva extrativista, reserva de desenvolvimento sustentável). Essas áreas, por estarem em regiões sob desmatamento ativo, isto é, nas fronteiras agrícolas, exercem um papel ainda mais importante na redução do desmatamento e na conservação florestal se comparado a unidades de conservação criadas em áreas remotas e dotadas de proteção passiva .

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Valor líquido presente da pecuária (2007-2037) sobre terras florestadas na Amazônia Brasileira.

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Valor líquido presente da exploração Sustentável de Madeira (2007-2037) para florestas da Amazônia Brasileira.

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Presumiu-se uma diminuição de 15% nos estoques de carbono (sobre o solo e raízes; o último estimado em 20% do primeiro) para a exploração madeireira, enquanto o cultivo de soja e as pastagens reduzem esses estoques em 85%. A emissão de

carbono evitada para uma determinada parcela de floresta que deixa der ser desmatada corresponde à diferença entre esses dois valores percentuais.

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Estoque de carbono (vegetação acima do solo e raízes) florestal na Amazônia Brasileira. Assumiu-se que a biomassa de raízes representa 21% e a biomassa morta 9% da biomassa viva acima do solo.

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Esses modelos foram desenvolvidos no quadro do Programa Cenários Amazônicos, sob coordenação conjunta do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)e do Woods Hole Research Center (WHRC). O valor de rentabilidade foi calculado para parcela de 4 km2 cobrindo toda a extensão geográfica da Amazônia.

(Imagem atual)

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Tecnologias

 

  • O Brasil é o país mais bem-posicionado para se beneficiar de um programa de REDD que seja sustentado  pelos mecanismos de mercado.
  • Dois terços das emissões anuais de carbono do Brasil provêm do desmatamento, especialmente daquele ocorrido na Amazônia. O Brasil, ainda, é uma liderança mundial no desenvolvimento de técnicas inovadoras para a conservação das florestas.
  • Como demonstrado pelo sistema de monitoramento de desmatamento construído e mantido pelo INPE.
  • Sendo também o primeiro pais a criar uma normatização para comercialização do (REDD). Através da (ABNT) (Associação Brasileira De Normas Técnicas).
  • Que inclui, entre outras informações, os requisitos para elegibilidade das reduções de emissões e registro de projetos e de (RVE).
  • Queimadas (vamos proteger a Amazônia e seus povos)

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     http://files.comunidades.net/mdscarbon/mapas_cenarios_amazonia.pptx

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